Nós sempre cruzamos com algum tipo de amor: pela Internet, pessoalmente ou só em nossas mentes. No começo até poderíamos estar pensando somente num breve relacionamento sem mais delongas, e muitas vezes nos pegamos envolvidos por um "eu te amo" ou "sinto saudade", então o que antes seria somente sexo e um prazer abrupto, passa a ser um profundo (e claustofóbico) envolvimento sentimental.
Mas até que ponto demoramos em ceder a estas "frases medonhas" e mergulhamos fundo num relacionamento monogâmico? Muitas vezes um sorrisinho curto seguido duma mudança de conversa funciona, mas outras vezes cedemos sem pensar muito, o que não vem a ser um problema tão grave por assim dizer.O que pode tornar-se grave é entrar num tipo de relacionamento, digamos maquiavelicamente metamorfósico, não em relação aos sentimentos de ambos, mas àquelas "expressõeszinhas grudentas" como "eu te amo" no fim duma conversa telefônica ou mesmo depois do sexo, que vão desaparecendo aos poucos, só voltando a aparecer em situações de risco, discussões ou quando um de nós quer fazer sexo.
Quão ilusório pode ser um Amor? Entregamos nossos empoeirados corações a alguém que depois de usá-lo, acaba guardando dentro da gaveta, onde volta a empoeirar; teria assim algum sentido em entregá-lo? Não seria melhor continuar com meu coração empoeirado e poligâmico?
Mas até que ponto demoramos em ceder a estas "frases medonhas" e mergulhamos fundo num relacionamento monogâmico? Muitas vezes um sorrisinho curto seguido duma mudança de conversa funciona, mas outras vezes cedemos sem pensar muito, o que não vem a ser um problema tão grave por assim dizer.O que pode tornar-se grave é entrar num tipo de relacionamento, digamos maquiavelicamente metamorfósico, não em relação aos sentimentos de ambos, mas àquelas "expressõeszinhas grudentas" como "eu te amo" no fim duma conversa telefônica ou mesmo depois do sexo, que vão desaparecendo aos poucos, só voltando a aparecer em situações de risco, discussões ou quando um de nós quer fazer sexo.
Quão ilusório pode ser um Amor? Entregamos nossos empoeirados corações a alguém que depois de usá-lo, acaba guardando dentro da gaveta, onde volta a empoeirar; teria assim algum sentido em entregá-lo? Não seria melhor continuar com meu coração empoeirado e poligâmico?


0 comentários:
Postar um comentário